14 janeiro 2017

ES registra morte de 54 macacos por febre amarela

Mortes ocorreram na região de Colatina, próximo a Governador Valadares (MG), que decretou emergência após surto da doença em humanos


Leonardo Augusto | O Estado de SP

A Secretaria de Estado de Saúde do Espírito Santo registrou a morte de 54 macacos por suspeita de febre amarela nas regiões Sul e Noroeste do estado desde o início do ano. O número, no entanto, pode chegar a 80, com a confirmação de outros casos por prefeituras. A atualização será feita na segunda-feira, 16. 


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Parte das mortes ocorreu em Colatina, a 220 quilômetros de Governador Valadares, no Leste de Minas Gerais, cidade-sede de uma das quatro regionais de saúde que tiveram decretado situação de emergência ontem, 13, pelo governador Fernando Pimentel (PT), depois do registro de 38 mortes de pessoas por suspeita da doença.

Óbitos em grande número de macacos em curto período de tempo são considerados como indício da ocorrência da febre amarela e funciona como alerta para evitar que a doença atinja humanos. Apesar da morte dos animais, o Espírito Santo ainda não é considerado área de incidência da doença, conforme informações da Secretaria de Estado da Saúde.

As outras três áreas que tiveram situação de emergência decretada pelo governador Fernando Pimentel Teófilo Otoni (Vale do Mucuri), Coronel Fabriciano (Vale do Aço) e Manhumirim (Zona da Mata) também não estão distantes do Espírito Santo. Ao todo, o decreto envolve 152 cidades.

O registro de mortes por suspeita da doença vem aumentando a cada dia em Minas. Conforme levantamento de quinta-feira, 11, da Secretaria de Estado da Saúde, o total de óbitos era de 30, passando para 38 na sexta-feira, 13.

Há um total, até o momento, de 20 mortes prováveis pela doença (quando exames iniciais comprovaram a doença, mas restam outros testes a serem feitos). O relatório de sexta-feira aponta ainda registro de 133 casos suspeitos da doença, 23 a mais que no relatório anterior.

Em viagem à região com incidência da doença em Minas, nessa sexta-feira, o governador do estado pediu a prefeitos que abrissem os postos de vacinação no fim de semana. A imunização é a única forma de combater a doença.



13 janeiro 2017

Estudo desmente desaceleração do aquecimento global de 1998 a 2014

Cientistas analisaram conclusões de pesquisas da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.


France Presse


Durante 15 anos, entre 1998 e 2014, uma aparente desaceleração do aquecimento global foi usada pelos céticos como argumento para afirmar que o fenômeno era "um engano", mas um estudo publicado nesta quarta-feira (4) aponta que essa pausa foi uma ilusão. 

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Mapa de temperatura média para o ano de 2015. Fonte: NOAA/NASA

O trabalho dos pesquisadores das Universidades de Berkeley, na Califórnia, e de York, no Reino Unido, confirmam as conclusões de um estudo de 2015, elaborado pela Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).

"Nossos resultados significam basicamente que a NOAA tinha razão e que seus cientistas não alteraram os dados", aponta o pesquisador Zeke Hausfather, de Berkeley, e principal autor do estudo publicado na revista americana "Science Advances".

A análise feita em 2015 pelos cientistas da NOAA mostrou que as temperaturas medidas pelas boias usadas hoje nos oceanos são ligeiramente mais frias do que as registradas nas leituras feitas pelos navios no passado.

Essas diferenças de temperatura entre o velho e o novo sistema de medição ocultaram a realidade do aquecimento global nesses 15 anos, concluíram os pesquisadores.

Publicado em 2015, o trabalho da NOAA foi muito criticado pelos chamados céticos do clima, alegando que essa "pausa" era uma prova de que o aquecimento global era um "engano".

Um comitê da Câmara de Representantes, de maioria republicana, chegou a pedir aos cientistas da NOAA acesso aos e-mails relacionados com esse estudo.

A agência concordou em transmitir os dados e responder a todas as perguntas científicas, mas se negou a entregar a correspondência eletrônica entre os autores do estudo. A decisão contou com o apoio da comunidade científica, preocupada com a inquisição política.

Inicialmente cética

Em seu quinto informe, publicado em setembro de 2013, o Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês) apontou que, entre 1951 e 2012, a tendência média de aquecimento global foi de 0,12°C por década. Já entre 1998 e 2012 foi de apenas 0,07°C por década.

Agora, os cientistas corrigiram essa distorção, causada pelos diferentes métodos para medir a temperatura dos oceanos: o aumento da temperatura média da superfície dos mares se manteve constante em 0,12°C por década nesse período.

O último estudo também se baseou em dados independentes provenientes diretamente dos satélites e da rede Argos, um sistema mundial de localização e de coleta de dados por satélites.

Todas essas medidas confirmam as descobertas da NOAA em 2015.

"Inicialmente, estávamos céticos quanto aos resultados da NOAA, porque mostraram um aquecimento mais rápido nesse período do que o indicado anteriormente por um estudo atualizado do Serviço Nacional Britânico de Meteorologia (Met Office)", disse Kevin Cowtan, da Universidade de York.

"Verificamos nós mesmos, usando diferentes métodos e dados, e concluímos que a NOAA tinha razão, uma conclusão a que também chegou recentemente a Agência Meteorológica do Japão, utilizando dados ainda mais recentes", detalhou.

Historicamente, os marinheiros mediam a temperatura do oceano por meio da coleta de água com um cubo, no qual se introduzia um termômetro.

Na década de 1950, os navios começaram a fazer a leitura das temperaturas de forma automática nas tubulações que passam pela sala de máquinas.

Hoje há boias de coleta de dados espalhadas por todos os oceanos.


Produção de energia eólica cresce 53,4% entre janeiro e novembro de 2016

Geração total das usinas no período em questão alcançou 61.543 MW médios


Diário do Poder

A geração de energia eólica em operação comercial no Sistema Integrado Nacional (SIN) entre janeiro e novembro de 2016 totalizou 3.667 MW médios, um crescimento de 53,4% ante os 2.390 MW médios produzidos no mesmo intervalo de 2015, informou nesta terça-feira, 10, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).


Dados da entidade mostram que o Rio Grande do Norte segue como o maior produtor do País de energia eólica Foto: Alberto Coutinho

De acordo com a entidade, a geração total das usinas do sistema no período em questão alcançou 61.543 MW médios, o que implica uma alta de 0,3% na base anual. Os dados constam no boletim InfoMercado, divulgado mensalmente pela CCEE.

Assim, a produção de energia eólica nos primeiros 11 meses de 2016 representa 6% da geração total. A fonte hidráulica, que engloba usinas hidrelétricas de pequeno e grande porte, respondeu por 45.371 MW médios, o que equivale a 73,7% do total, enquanto a geração térmica foi responsável por 12.505 MW médios, ou 20,3%.

Eólica por Estado

Ao analisar os números por Estado em novembro, os dados da entidade mostram que o Rio Grande do Norte segue como o maior produtor do País de energia eólica, com 1.589 MW médios, uma alta de 82% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em sequência, aparecem Ceará, com 1.038 MW médios (+68%), e Bahia, com 684 MW médios (+87,6%). (AE)


EUA incluem abelha em lista de espécies ameaçadas pela primeira vez

Espécie Bombus affinis diminuiu 88% desde o ano 2000, coincidindo com degradação de 87% de seu habitat.


France Presse


Autoridades americanas anunciaram a inclusão de uma espécie de abelha que desempenha um papel importante na polinização na lista de espécies em risco de extinção. 

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Indíviduo da espécie Bombus affinis em Minnesota, nos Estados Unidos (Foto: Sarina Jepsen/The Xerces Society via AP) 

É a primeira vez que uma espécie de abelha é objeto de tal medida no território continental dos Estados Unidos, informou na quarta-feira (12) o Serviço Americano de Pesca e Fauna Selvagem (USFWS).

A decisão, que entrará em vigor em 10 de fevereiro, prevê medidas de proteção em nível nacional e a elaboração de um plano para fazer com que a população desses insetos cresça, através de fundos federais para os estados que contam com colônias destas abelhas, cujo nome científico é Bombus affinis.

A população destas abelhas - uma das cinco espécies norte-americanas -, diminuiu 88% desde o ano 2000, coincidindo com uma perda ou degradação de 87% de seu habitat, combinada com os efeitos nocivos dos pesticidas e os patógenos.

Atualmente, esta espécie está presente em apenas 13 estados do país e na província canadense de Ontário, enquanto que no final da década de 1990 estava em 31 estados americanos e em várias províncias do Canadá, segundo a USFWS, cuja decisão foi publicada no Diário Oficial. 

O Canadá incluiu a Bombus affinis na sua lista de espécies em risco de extinção já em 2012.


Minas decreta situação de emergência em regiões afetadas por febre amarela

Agência Brasil

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, decretou hoje (13) situação de emergência em saúde pública na área de abrangência das unidades regionais de Coronel Fabriciano, Governador Valadares, Manhumirim e Teófilo Otoni. Essa região, que inclui 152 municípios, é a mais afetada pelas ocorrências de febre amarela no estado.


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A situação de emergência autoriza a adoção de medidas administrativas para conter a doença e agiliza processos para a aquisição pública de insumos e materiais e a contratação de serviços necessários, dispensando licitação em alguns casos. Também fica permitida a contratação de funcionários temporários para ações exclusivas de combate à febre amarela.

O decreto também cria uma sala para monitoramento das ações administrativas. Participarão desses trabalhos diversos órgãos do estado, entre os quais a Secretaria de Saúde (SES-MG), a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec).

Segundo texto publicado no Diário Oficial do estado, o decreto considera que “a febre amarela é uma doença de potencial epidêmico e elevada letalidade”. Em boletim epidemiológico divulgado ontem (12), a SES-MG informou que o número de casos suspeitos em 2017 no estado de Minas Gerais já são 110.

Desses, 20 são tratados como casos prováveis, cujos pacientes apresentaram exame laboratorial preliminar positivo. No entanto, a confirmação final depende da investigação de outros fatores. Os outros 90 casos ainda estão sendo analisados. O governo mineiro também informou que, dos 30 óbitos suspeitos, dez já são considerados prováveis.

Vacinas

A recomendação para a população é manter em dia a vacinação contra febre amarela, disponibilizada gratuitamente nos postos de saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A aplicação ocorre em dose única, devendo ser reforçada após dez anos.

No caso de recém-nascidos, é administrada uma dose aos 9 meses e um reforço aos 4 anos. Mas, como se trata de uma situação atípica, que inspira cuidados, nas regiões afetadas, bebês com 6 meses estão recebendo duas doses com intervalo de 30 dias.

A febre amarela é causada por um vírus da família Flaviviridae e ocorre em alguns países da América do Sul, da América Central e da África. No meio rural e silvestre, é transmitida pelo mosquito Haemagogus. Já em área urbana, o vetor é o Aedes aegypti, o mesmo da dengue, zika e febre chikungunya.

Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão da febre amarela no Brasil não ocorre em áreas urbanas desde 1942. Até o momento, todos os casos suspeitos em Minas Gerais são considerados de transmissão silvestre.



12 janeiro 2017

Ladrão internacional de ovos raros está foragido depois de ter prisão decretada no Brasil

Irlandês Jeffrey Lendrum se especializou em roubar ovos de falcões peregrinos para vendê-los por R$ 20 mil cada um; ele desapareceu depois que Justiça lhe permitiu apelar de condenação em liberdade.


Por Luis Barrucho | BBC

Um ladrão de ovos raros conhecido mundialmente está foragido depois de ter a prisão decretada no Brasil.

A informação foi confirmada por autoridades brasileiras à BBC Brasil. 

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Ex-soldado do Serviço Aéreo Especial (SAS na sigla em inglês), unidade das Forças Armadas do Reino Unido, o irlandês nascido no Zimbábue Jeffrey Lendrum, de 55 anos, foi condenado por transportar sem autorização ovos de falcão peregrino, espécie ameaçada de extinção.

Na ocasião, a prisão dele teve grande destaque ao redor do mundo.

Ele havia sido detido em outubro de 2015 pela polícia no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, a partir de uma denúncia do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), quando tentava embarcar com o material em um voo para a Johanesburgo, na África do Sul, com escala em Dubai, nos Emiradores Árabes Unidos.

Em Dubai, onde a falcoaria (arte de criar, treinar e cuidar de falcões e outras aves para a caça) é considerada um esporte nacional, Lendrum pretendia vender cada ovo por cerca de 5 mil libras (R$ 20 mil, em valores atuais) no mercado negro.

Corridas envolvendo esse tipo de ave ─ a mais rápida do planeta, com velocidades superiores a 320 km/h ─ são comuns no emirado e podem render prêmios milionários.

Na bagagem dele, além de quatro ovos, havia três incubadoras e material de escalada.

Quando foi detido, Lendrum afirmou que os ovos eram de galinha. Mas depois confessou à polícia brasileira tê-los roubado em Santiago, no Chile. Eles foram devolvidos ao país de origem.

Pouco depois de ser preso, em dezembro de 2015, ele foi denunciado pelo MPF (Ministério Público Federal) por crime ambiental e condenado a uma pena de quatro anos e seis meses de prisão. Mas pôde recorrer da decisão em liberdade.

No entanto, como descumpriu a medida de comparecer a cada dois meses à Justiça para comprovar endereço e justificar atividade, a Procuradoria Regional da República da 3ª Região (SP e MS) pediu a prisão preventiva de Lendrum ─ decretada em outubro do ano passado, junto com o julgamento da apelação, que manteve a condenação.
Segundo a Justiça Federal de São Paulo, há mandados de prisão expedidos contra o irlandês na Interpol, a polícia internacional.

A PF (Polícia Federal) também confirmou que Lendrum está foragido.

"A Polícia Federal recebeu o mandado de prisão para cumprimento, que encontra-se em aberto. O nome do cidadão foi incluído no Sistema Nacional de Procurados e Impedidos, o que significa que o indivíduo será preso assim que localizado", informou o órgão em nota enviada à BBC Brasil.

Cada ovo de falcão peregrino seria vendido em Dubai por cerca de R$ 20 mil

Histórico de crimes

Antes do Brasil, Lendrum já havia cumprido pena no Canadá, Reino Unido e Zimbábue pelo mesmo crime.

No Reino Unido, ele foi condenado a 30 meses de prisão, posteriormente reduzidos para 18 porque apelou da decisão.

Lendrum foi detido no aeroporto de Birmingham, na Inglaterra, ao tentar embarcar com 14 ovos de falcões peregrinos roubados de uma reserva florestal no sul do País de Gales.

Ele tentaria vendê-los no mercado negro por cerca de 70 mil libras (R$ 270 mil).

Dos 14 ovos, 11 foram retornados aos ninhos.

Na ocasião, um alerta de terrorismo foi emitido no aeroporto depois de um faxineiro ter flagrado Lendrum agindo de forma suspeita na sala de embarque.

Ele confessou à polícia que estava tentando analisar a condição dos ovos, escondidos em meias e amarrados a seu corpo.

Em entrevista à BBC, Bob Elliot, chefe do setor de investigações da Sociedade Real para a Proteção dos Pássaros (RSPB, na sigla em inglês), ONG britânica dedicada à proteção da vida selvagem, afirmou que Lendrum roubava "nossa herança natural debaixo de nossos narizes".

Ladrão profissional

Autoridades dizem acreditar que Lendrum usa táticas que aprendeu quando era militar para roubar os ovos raros, localizados em áreas de difícil acesso.

A retirada de ovos de rapina é uma atividade complexa, que exige conhecimento específico. Falcões peregrinos só depositam ovos em penhascos de pedra. Além disso, é preciso saber o tempo certo de retirá-los dos ninhos.

Ele foi condenado pela primeira vez pelo crime em 1984 no Zimbabué. Em 2002, Lendrum aparece em um vídeo descendo de rapel de um helicóptero para roubar ovos no Canadá.

"Pôde-se extrair dos autos que ele (Lendrum) se trata de um criminoso ambiental profissional, pois ele já esteve envolvidos em casos semelhantes na Inglaterra e no Canadá. Ele mesmo assumiu que fora pego anteriormente nessas ocasiões, mas deu respostas absurdas em juízo. Ele não é um mero observador de pássaros, mas um caçador profissional que deliberadamente interfere na natureza", afirmou por email à BBC Brasil Ellen Cristina Chaves, procuradora da República responsável pelo caso.

A BBC Brasil tentou entrar em contato com o advogado brasileiro de Lendrum, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.


Terremoto de magnitude 5,3 atinge Guatemala

Epicentro foi a 20 km de La Gomera e a 56 km de profundidade, no Oceano Pacífico.


EFE


Um terremoto de magnitude 5,3 atingiu nesta quarta-feira (11) vários pontos da Guatemala, mas não há registro de vítimas ou danos materiais até o momento. 

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O tremor ocorreu às 21h22 (horário local, 1h22 em Brasília) no litoral do departamento de Escuintla, no Oceano Pacífico. Seu epicentro foi a 20 km de La Gomera e a 56 km de profundidade.

Autoridades asseguraram que não houve danos, nem materiais, nem pessoais, embora o terremoto tenha sido reportado como sensível em vários pontos do país.

A Guatemala é o quarto país do mundo em risco devido às ameaças naturais. Em 1976, um terremoto deixou 23 mil mortos e destruiu quase um terço do território do país.

11 janeiro 2017

Terremoto atinge o litoral do Equador

Sismo de magnitude 4,9 ocorreu a 2 km de cidade litorânea e a 10 km de profundidade.


EFE


Um terremoto foi registrado na noite desta terça-feira (10) na província litorânea de Esmeraldas, no noroeste do Equador, sem que haja até o momento informações sobre vítimas ou danos materiais. 

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O tremor de magnitude 4,9 ocorreu a 2 km de Musine e a 10 km de profundidade, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), e ocorreu às 21h36 (horário local, 0h36 desta quarta-feira em Brasília).

A cidade costeira de Musine foi uma das mais afetadas pelo terremoto de 7,8 de magnitude que atingiu a região de Esmeraldas em abril e deixou 77 mortos e 588 feridos.

O terremoto foi sentido em várias regiões do país, como em Quito e Guayaquil (onde os tremores foram leves), e Santo Domingo e Quinindé (com mais intensidade).

O Instituto Oceanográfico da Marinha afirmou que o terremoto não reúne as condições necessárias para gerar um tsunami no litoral do país.