19 junho 2014

Cidade chinesa tenta criar lago artificial e acaba criando um deserto em vez disso

Por Priscila Nayade | Jornal Ciência

Zhengzhou, capital da província de Henan, centro-norte da China, é atualmente uma cidade no meio de um monte de areia.

O governo quis criar um lago artificial na periferia da cidade e tudo saiu de controle de tal forma que o local se transformou em um deserto, que só tem expandido.

A areia está em toda parte – cerca de 10 metros de altura e cobre uma área equivalente a quatro campos de futebol. Naturalmente, os moradores de Zhengzhou não estão satisfeitos.




A ideia era boa no começo: os funcionários planejavam fazer um belo lago, na periferia da cidade, com uma fonte de água natural. Bastava remover as centenas de milhares de toneladas de terra da área. Infelizmente, o plano não deu muito certo. A fonte de água subterrânea secou e toda a areia cavada começou a se espalhar. Agora, o que se vê é um deserto gigantesco.

Sun Yat-Foo, um crítico do projeto, disse: "É um triunfo do planejamento central, onde tudo o que poderia ter dado errado, deu". O que era para ser uma paisagem verde se transformou em um desastre ecológico. O fracasso do lago deu lugar a enormes dunas feitas de areia fina, que está matando a vegetação na área. Ela também é levada para o centro da cidade, por meio do vento forte, arruinando carros e forçando as pessoas a usarem máscaras.

"O monte de areia tem mais de 30 metros de extensão em alguns lugares", disse Sun- Yat. "O governo local não toma quaisquer medidas de proteção para isso. Durante um período, o vento trouxe tanta poeira e areia, que ficou complicado até abrir os olhos ao ar livre”.

"Ninguém irá querer fazer negócios por aqui com este deserto na porta da loja", disse um inquilino comercial.

As autoridades estão atualmente à procura de soluções para este desastre ambiental, mas a julgar pelo tamanho das dunas de areia, é improvável que isso será resolvido em breve.


Derretimento de geleiras gigantes ultrapassou ponto de retorno, dizem cientistas

Por Kenneth Chang, do The New York Times | Portal do Meio Ambiente

Daqui a alguns séculos, é provável que uma faixa enorme do manto de gelo da Antártica Ocidental tenha desaparecido devido ao derretimento de centenas de trilhões de toneladas de gelo, causando uma elevação de mais de um metro no nível dos mares. Cientistas relataram, no início de maio, que talvez isso seja inevitável, pois uma nova pesquisa concluiu que algumas geleiras gigantes ultrapassaram o ponto de retorno, possivelmente causando uma reação em cadeia que poderá levar ao fim do manto de gelo.

Para muitos, a pesquisa sinalizou que mudanças no clima da Terra já atingiram um pico, mesmo que o aquecimento global seja detido imediatamente. "Do ponto de vista humano, isso equivale a limitar nossas opções", disse Richard Alley, professor de geociências na Universidade Estadual da Pensilvânia. "A maioria gostaria de manter essas opções em aberto."

Essas geleiras mostram os sinais mais recentes de que o derretimento está se acelerando em regiões da Terra cobertas de gelo. Algumas geleiras se mantêm firmes ou até estão crescendo um pouco, porém a maioria está encolhendo, e cientistas acreditam que elas continuarão derretendo até que as emissões de gases estufa sejam controladas. "Possivelmente essa é a maior evidência do verdadeiro impacto global do aquecimento", comentou Theodore A. Scambos, cientista no Centro Nacional de Dados sobre Gelo e Neve.

Geleiras menores em regiões de grande altitude nos Andes, nos Alpes e no Himalaia, assim como no Alasca, estão em processo ainda maior de derretimento. Isso não constitui uma ameaça grave, pois em conjunto elas representam apenas 1% do gelo do planeta e fariam o nível do mar subir somente cerca de 0,5 metro.

Mas as geleiras de montanha têm mostrado o que a desintegração da geleira na Antártica Ocidental está confirmando: nos próximos séculos, mais terras serão cobertas por água e haverá mais perturbações ambientais. Um derretimento total faria o nível do mar subir 65 metros.

Durante eras do gelo recentes, as geleiras se expandiram dos polos e cobriram quase um terço dos continentes. Em um passado remoto, durante episódios conhecidos como Glaciação de Bola de Neve, todo o planeta ficou congelado. No outro extremo, um período quente perto do final da era dos dinossauros pode ter descongelado a Terra. Hoje em dia, a quantidade de gelo é modesta -10% das áreas terrestres, em sua maioria na Groenlândia e na Antártica.

As geleiras ou glaciares são rios de gelo formados pela neve em regiões perenemente congeladas. A neve se adensa em gelo poroso e granulado, formando um campo nevado. Ao se compactar, esse campo torna-se gelo glacial e escorre, em geral lentamente, nas encostas de montanhas. Dependendo da rapidez com que a neve nova se acumula no topo ou derrete na base, a geleira cresce ou encolhe em extensão e espessura.
Até há pouco tempo, a única maneira de medir geleiras era colocar estacas no gelo e voltar posteriormente para ver o quanto o gelo se deslocara. O método dava aos cientistas apenas uma noção das áreas mensuradas durante aquele período de estudo. "Essas medições pontuais eram muito trabalhosas", recordou Tal Pfeiffer, da Universidade do Colorado.

Atualmente, satélites fornecem uma visão global. Imagens mostram onde estão as geleiras e como as áreas se modificam ao longo dos anos. O Experimento de Clima e Recuperação de Gravidade (Grace) da Nasa tem sido extremamente útil. Duas espaçonaves idênticas medem a gravidade da Terra. Quando as geleiras derretem, a água flui para outro lugar e essa parte do planeta perde peso, enfraquecendo levemente seu empuxo gravitacional. O Grace não é acurado o suficiente para medir as mudanças de volume em uma única geleira, porém fornece dados sobre mudanças regionais.
Outro satélite da Nasa, o IceSat, mede a altura das geleiras por meio do uso de laser no gelo.

Ao analisar todas as medições no ano passado, cientistas concluíram que, em média, as geleiras de todas as regiões estão lançando 260 bilhões de toneladas métricas de água no oceano a cada ano. O derretimento das geleiras de montanha por si só eleva o nível do mar em cerca de 0,7 mm por ano.

As calotas glaciais da Antártica e da Groenlândia juntas contêm cem vezes mais gelo do que todas as geleiras de montanha reunidas, porém contribuem apenas um pouco mais para o aumento do nível do mar: 310 bilhões de toneladas métricas por ano, explicou o doutor Scambos. A maioria das geleiras de montanha fica em áreas nas quais as temperaturas estão mais próximas do ponto de derretimento do que ocorre na Groenlândia e na Antártica, então um leve aquecimento provoca seu derretimento.

A Groenlândia, com 10% do gelo do mundo, pode elevar o nível do mar em sete metros. "A Groenlândia é o lugar mais importante para monitorarmos neste século", afirmou Scambos. Em 2012, quando o verão no Ártico foi particularmente quente, houve derretimento superficial em quase todas as geleiras da Groenlândia, inclusive nas localizadas em montanhas. Isso não acontecia há décadas. 


Pesquisadores do Dartmouth College em New Hampshire descobriram que outro efeito colateral do aquecimento global, os incêndios florestais, agrava o derretimento. A fuligem de incêndios em outros lugares do mundo foi parar na neve da Groenlândia, escurecendo-a e fazendo-a absorver mais calor.

Um novo estudo sobre a Groenlândia, publicado na "Nature Geoscience", pinta um quadro mais sombrio. O derretimento está acelerado porque muitas geleiras fluem nas águas aquecidas em torno da Groenlândia. Até então, cientistas acreditavam que o derretimento ficaria mais lento quando a base das geleiras derretesse e elas não tocassem mais a água.

A nova pesquisa indica o contrário. Estudiosos da Universidade da Califórnia em Irvine descobriram cânions longos e profundos abaixo do nível do mar e sob a calota glacial. Assim, mesmo que recuem, as geleiras ainda estarão em contato com a água quente que avança, e o resultado é que mais gelo derreterá.

A Antártica é a maior massa congelada, com 90% do gelo da Terra. A maior parte do gelo fica na Antártica Oriental, que geralmente é mais alta, mais fria e menos propensa a derreter. Segundo estimativas, o aquecimento global está levando a um aumento de nevascas por lá, o que limita a perda. Mas, assim como na Antártica Ocidental, parte do gelo está em depressões vulneráveis a derretimento. Dados do satélite CryoSat da Agência Espacial Europeia, publicados em meados de maio, indicam que o continente desprendeu 160 bilhões de toneladas métricas de gelo por ano de 2010 a 2013.

Cientistas dizem que o derretimento continuará à medida que houver aumento do gás carbônico na atmosfera. Mesmo que o gás carbônico e as temperaturas se estabilizem, o derretimento e a alteração de geleiras continuarão durante décadas ou séculos, enquanto eles se ajustam.

A grande maioria do gelo, porém, ainda não está fadada a derreter. Alley tem a seguinte opinião: "Mesmo assim, precisamos nos empenhar muito mais para deter isso, em vez de continuarmos girando o termostato para cima".

Tamar ultrapassa a marca de dois milhões de filhotes de tartarugas protegidas por ano

Às vésperas do Dia Internacional da Tartaruga Marinha, projeto patrocinado pela Petrobras anuncia recorde de nascimentos no Brasil


Portal do Meio Ambiente

Às vésperas do Dia Internacional da Tartaruga Marinha (16/6), o projeto Tamar comemora o recorde de nascimentos de filhotes em toda a história do projeto. Nesta última temporada, de setembro de 2013 a maio de 2014, nasceram cerca de 2,2 milhões de filhotes, 300 mil a mais que na penúltima temporada.

Em 1982, as primeiras pesquisas do projeto apontavam o nascimento de apenas dois mil filhotes. “A maior longevidade permitiu que esses filhotes, que começamos a proteger nos anos 80, ficassem adultos e voltassem a povoar as praias brasileiras. Agora chegamos a um total de 20 milhões de filhotes protegidos”, explica o fundador e coordenador nacional do projeto, Guy Marcovaldi. O Tamar tem o patrocínio da Petrobras desde 1983, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e é coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em cooperação com a Fundação Pró-Tamar.

Essa tendência de aumento na quantidade de fêmeas nas praias tem sido notada, em especial, a partir de 2005. Entre os fatores que contribuíram para o aumento no tempo de vida das espécies oliva, cabeçuda, de dente, de couro e verde, está a maior conscientização da população e dos próprios pescadores e suas famílias. Entre eles estão as 1.300 pessoas que participam diretamente do Tamar. “Os pescadores, que antes usavam a tartaruga como alimento, passaram a protegê-la e usá-la como fonte de renda, trabalhando em nossas bases e centros de informação”, diz Marcovaldi.

O Tamar tem buscado restaurar o ciclo de reprodução das tartarugas, proteger as desovas, e promover a sobrevivência e a recuperação das populações que ocorrem no Brasil, mantendo-as capazes de cumprir suas funções ecológicas. O gerente executivo de Responsabilidade Social da Petrobras, Armando Tripodi, aprova os resultados. “Temos apoiado iniciativas que têm como objetivo promover a proteção e recuperação de espécies e habitats. Essa é justamente a missão do Tamar, que, além disso, desenvolve alternativas econômicas sustentáveis para as comunidades costeiras”, elogia Tripodi.

Temporada de reprodução das tartarugas marinhas 2013-2014

O número de ninhos para todas as espécies de tartarugas marinhas no país tem aumentado. Na última (33ª) temporada reprodutiva monitorada pelo Tamar (2013-14), foram protegidos 2.554 ninhos de tartarugas de Pente (Eretmochelys imbricata), 9.207 de Cabeçuda (Caretta caretta), 8.506 de Oliva (Lepidochelys olivacea), 4.930 de Verdes (Chelonia mydas) e 99 de de Couro (Dermochelys coriacea), num total de 25.296 ninhos.

Ameaça de extinção

As cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil continuam ameaçadas de extinção, segundo critérios da lista brasileira e mundial de espécies ameaçadas. Das cinco, quatro desovam no litoral - e, por estarem mais expostas, são as mais ameaçadas: cabeçuda, de pente, oliva e de couro. De cada mil filhotes que nascem, só um ou dois conseguem atingir a maturidade. Os obstáculos que enfrentam para sobreviver são diversos. Além dos predadores naturais, as ações do homem estão entre as principais ameaças às tartarugas marinhas. Destacam-se o aquecimento global; a destruição do habitat para desova, devido à ocupação desordenada do litoral; a poluição dos oceanos; e a pesca incidental, com redes de espera, e em alto mar, com anzóis e redes.

Números:

- Anualmente, o Tamar protege e monitora cerca de 18 mil desovas em mais de mil quilômetros do litoral, com 900 mil filhotes liberados ao mar.
- O Tamar ultrapassou a marca de 2 milhões de filhotes protegidos no final de 2014.
- O projeto possui 20 bases de pesquisa e 11 centros de visitantes em nove estados brasileiros.
- O Tamar conta com 1.300 pessoas em suas atividades. Em 1980, no início, eram apenas quatro.



18 junho 2014

Bioeletricidade consegue gerar uma usina Belo Monte em 2013

TN Petróleo

Segundo o Balanço Energético Nacional de 2013, recém-divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a fonte biomassa atingiu uma produção de 39.679 GWh, incluindo tanto a energia elétrica destinada para o autoconsumo das unidades industriais quanto a encaminhada para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Em relação a 2012, a geração do ano passado foi superior em 14%, o equivalente à geração total que a Usina Belo Monte produzirá a partir de 2019, quando estiver plenamente motorizada.

A fonte biomassa, em novembro de 2013, havia atingido outro marco histórico, quando superou a potência instalada prevista para Belo Monte, de 11.233 MW. Atualmente, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), as 480 termelétricas a biomassa em operação têm 11.571 MW instalados, representando 8,4% da matriz elétrica do Brasil.

Em termos de energia, a geração de quase 40 mil GWh pela biomassa durante o ano inteiro de 2013, foi o equivalente também a abastecer 33% do consumo residencial no SIN ou a 100% das residências no estado de São Paulo. Importante destacar que, enquanto a produção total de bioeletricidade cresceu 14% quando comparado a 2012, a oferta de energia para o sistema elétrico interligado (excluindo o autoconsumo) cresceu 32%, algo relevante em um ano considerado crítico para a segurança do suprimento energético do país.

De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), do total produzido pela fonte biomassa em 2013 no Brasil (que inclui bagaço de cana-de-açúcar, lenha e lixívia), 17.1748 GWh foram destinados para o SIN (43% do total) e 22.531 GWh (57%) para o autoconsumo das unidades industriais associadas às termelétricas a biomassa.

Expansão continua ameaçada

Mesmo com a grande produção de bioeletricidade no Brasil, em 2013, que superou a geração de energia elétrica somada das fontes carvão, nuclear e eólica, a expansão da biomassa ainda permanece sob um cenário de incerteza em virtude da dificuldade de negociação de novos projetos nos leilões regulados promovidos pelo Governo Federal, considerados ainda a principal porta de entrada do setor elétrico nacional.

Para o gerente em bioeletricidade da Unica, Zilmar Souza, a falta de uma política setorial clara, estruturante e capaz de estimular o investimento tem comprometido o desempenho da biomassa nos leilões regulados. “No último leilão A-3, realizado em 6 de junho, com o baixo preço-teto e a concorrência direta com eólicas em condições diferentes de competitividade, sem reconhecer os reais benefícios de cada fonte, nenhum projeto de bioeletricidade foi vendido, mesma situação ocorrida no leilão A-3 de 2013.

“As chances de melhora para 2014 dependem do governo em reconhecer um preço adequado para a biomassa no leilão A-5, que acontecerá em setembro, já que a geração por meio do bagaço está proibida de participar do leilão de reserva que ocorrerá em outubro”, avalia Souza.

Segundo o executivo, a comercialização nos certames regulados é condição essencial para a viabilidade da maioria dos projetos de bioeletricidade e nenhuma cadeia produtiva intensiva em bens de capital consegue sobreviver com uma política de stop and go, como a que estamos vivenciando. “Este é o pior sinal para uma cadeia produtiva. Precisamos de indícios claros, não somente para a bioeletricidade, mas para todo o portfólio de produtos do setor sucroenergético”, afirma.

Ainda de acordo com dados da UNICA, empresas de bens de capital voltadas para a indústria canavieira, desde 2010, registram queda de 50% no faturamento, corte de milhares de postos de trabalho e 66 unidades produtoras de açúcar e etanol em recuperação judicial atualmente, considerando as unidades em operação e também as inativas.


Estudantes desenvolvem telhado que despolui ar

Vanessa Barbosa | EXAME.com

A poluição atmosférica é um problema que não tem dado sinais de melhora. Estudo recente da ONU mostrou que apenas 12% da população mundial respira ar de qualidade. Atentos a esta mazela, que atormenta principalmente os centros urbanos, alunos da Universidade da Califórniaem Riverside estão desenvolvendo um telhado que ajuda a despoluir o ar.

Em testes de laboratório, eles revestiram telhas de barro com dióxido de titânio, um composto comum encontrado com facilidade em diversos produtos, de tintas de parede a cosméticos.

As telhas foram colocadas dentro de uma câmara que reproduz o ambiente atmosférico, construída com madeira, tubos de PVC e Teflon.

A câmara foi conectada a uma fonte de óxidos de nitrogênio e um dispositivo que lê as concentrações do poluente, formado quando determinados combustíveis são queimados a temperaturas elevadas, por exemplo pela combustão nos carros.

Eles usaram a luz ultravioleta para simular a luz solar, o que ativa o dióxido de titânio e permite que ele quebre os óxidos de nitrogênio. O resultado impressiona: as telhas revestida retiraram entre 88% e 97% dos óxidos de nitrogênio.

Segundo a equipe de estudantes, 21 toneladas de óxidos de nitrogênio seriam eliminados diariamente se um milhão de telhados fossem revestidos com a mistura de dióxido de titânio. Eles também calcularam que custaria apenas US$ 5 para revestir um telhado residencial de médio porte.

Atualmente, existem outras telhas no mercado que ajudam a reduzir a poluição de óxidos de nitrogênio. No entanto, há poucos dados sobre alegações de que eles reduzem a poluição, afirma o grupo.

No mês passado, a pesquisa realizada por Carlos Espinoza, Louis Lancaster, Chun-Yu "Jimmy" Liang, Kelly McCoy, Jessica Moncayo e Edwin Rodriguez recebeu um prêmio de menção honrosa em concurso de design da Agência de Proteção Ambiental dos EUA