05 outubro 2013

Vazamento chama atenção para ameaça nuclear em Fukushima

Correio do Brasil
Por Redação, com DW - de Tóquio, Japão

Na ruína nuclear de Fukushima, no Nordeste do Japão, voltou a ocorrer vazamento em mais um tanque contendo água altamente radioativa. Segundo declarou um porta-voz da Tepco, a operadora da usina termonuclear de Fukushima, é possível que cerca de 430 litros tenham escoado para o Oceano Pacífico.

Pela terceira vez em dois meses, água de refrigeração radioativa da usina nuclear avariada escoou para o oceano. Apesar da sequência ininterrupta de panes, Tóquio segue afirmando que situação está “sob controle”.

O novo desastre possivelmente se deveu a um erro de cálculo. O tanque com capacidade de 450 toneladas de líquido se encontra numa espécie de rampa. No entanto, ao enchê-lo, não se levou em consideração essa inclinação, e a água contaminada transbordou do tanque, cuja tampa não o fecha hermeticamente.

Construção defeituosa

A Tepco decidira encher os tanques o máximo possível, já que, pouco a pouco, vai se esgotando a capacidade de armazenamento na área da usina, devido ao acúmulo diário da água subterrânea usada na refrigeração dos reatores, que evita o superaquecimento e eventual explosão.

A água no tanque em questão está contaminada com radiações beta na ordem de 580 mil becqueréis por litro. Uma das substâncias contidas é estrôncio 90, cujo limite máximo, por lei, é de 30 becqueréis. Segundo consta, contudo, os raios beta não atravessam as vestes de proteção das equipes de reparo.

O tanque é construído por placas de aço unidas às pressas com parafusos, exatamente como o contêiner do qual escoaram 300 toneladas de líquido radioativo, em agosto último. Dos mil tanques disponibilizados pela Tepco no local, 350 apresentam a mesma construção dos contêineres que agora começam a vazar.

“Situação sob controle”

O drama de Fukushima se arrasta desde 11 de março de 2011, quando um forte terremoto e subsequente tsunami danificaram seriamente parte dos reatores da usina nuclear, provocando fusão de seus núcleos. Desde então, a sequência de panes tem sido ininterrupta.

Em meados de setembro, a Tepco divulgara que, após uma forte chuva, mais de mil toneladas de líquido levemente contaminado haviam escoado para o oceano. E na última sexta-feira um dispositivo para filtragem da água radioativa teve que ser desligado, poucas horas após ser colocado em funcionamento, devido a um defeito numa bomba. Um sistema mais eficaz de filtragem não estará em ação antes de meados de 2014.

Apesar de todas as notícias alarmantes, o porta-voz do governo japonês afirma que a situação “está sob controle, no geral”, segundo a imprensa nacional. Com essa mesma afirmativa, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, conseguiu recentemente convencer o Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a viabilidade de realizar em Tóquio os Jogos Olímpicos de 2020.



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Governo veda incentivos a atividades em áreas desmatadas ilegalmente

Carollina Sales - JusBrasil

O Governo do Pará divulgou, no Diário Oficial do Estado, o decreto nº 838, publicado no final de setembro e que estabelece normas para áreas em desmatamento ilegal no Pará. No art. 1º do decreto, fica vedado aos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual conceder licenças, autorizações, serviços ou outro tipo de benefício ou incentivo público aos empreendimentos e atividades situados em áreas desmatadas ilegalmente. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), atuará para cumprir os princípios constitucionais e legais de proteção ao meio ambiente.

De acordo com o decreto, fica a cargo da Sema, em parceria com o Programa Municípios Verdes (PMV), o estabelecimento dos parâmetros e critérios técnicos para definição das atividades e empreendimentos situados em áreas desmatadas. Entre outros fatores, acolhem também, os padrões do tamanho da área, categoria protegida, dominialidade do imóvel rural, período ou ano da ocorrência, além das regiões ou municípios críticos para o combate ao desmatamento.

Em qualquer caso, a inscrição do imóvel rural no Cadastro Ambiental Rural (CAR) é condição prévia e indispensável para análise do requerimento formulado pelo interessado, exceto nos casos de processo instaurado por outro órgão ambiental competente. A Sema vai divulgar, periodicamente, as atividades ou empreendimentos que estarão sujeitos à vedação prevista neste decreto e as respectivas áreas onde foi detectada a ocorrência do desmatamento ilegal.

As normas estabelecidas na publicação não se aplicam a desmatamento ocorrido antes de 22 de julho de 2008, quando apresentada pelo interessado a licença ou autorização que permitia a supressão de vegetação na área, e comprovada a inexistência do dano ambiental ou constatada a recuperação do meio ambiente. Para comprovação, o interessado deverá formular requerimento junto à Sema, instruído com documentos comprobatórios, sendo assegurado o direito à ampla defesa e ao contraditório.

Um Comitê Técnico, composto por órgãos de fiscalização ambiental, órgãos policiais, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e entidades especializadas em detecção do desmatamento será formado juntamente com a Sema e o PMV para apoiar e acompanhar a definição, divulgação e fiscalização das atividades situados nas áreas desmatadas ilegalmente.



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01 outubro 2013

Belo lago russo pode matar uma pessoa em menos de uma hora

O lago russo Karachay foi utilizado na década de 1950 como um local de despejo de resíduos radioativos. Hoje, é o local mais poluído do planeta, com radioatividade suficiente para matar uma pessoa em menos de uma hora. Naquela época, a área foi submetida a mais de 200.000 vezes a quantidade normal de radioatividade devido as más práticas de eliminação de resíduos.

Mistérios do Mundo

No sul dos Montes Urais, na Rússia, encontra-se um corpo de água bonito e pitoresco chamado Lago Karachay. Mas não chegue muito próximo – ele é um assassino silencioso, e tem constantemente emitido doses letais de radiação nos últimos 60 anos. Em meados dos anos 1940, a União Soviética construiu uma cidade secreta na região chamada Chelyabinsk-40. O propósito: fabricar armas nucleares a partir do urânio-238 extraído das colinas circundantes. Em 1948, o primeiro reator estava funcionando, e Chelyabinsk-40 (também conhecida como Chelyabinsk-65) estava operando a pleno vapor, convertendo urânio em plutônio.

Lago Karachay

Mas havia um problema: quando eles construíram as instalações, todo o planejamento e recursos foram focados em criar o plutônio, mas não se livrar dos resíduos. Então, eles passaram a despejá-los no rio mais próximo. Especificamente, o rio Techa, que fornecia água para cerca de 39 cidades e aldeias próximas.

Após três anos envenenando inconscientemente a sua própria população, a União Soviética enviou pesquisadores para certificar-se de que os resíduos não estavam fora do normal. Aí veio a surpresa: outras áreas não emitiam mais do que 0,21 Röntgens (uma medida para a radiação) a cada ano. O rio Techa estava emitindo 5 Röntgens a cada hora.

Então eles represaram o rio, construindo barragens e evacuando as dezenas de milhares de moradores. Como isso não resolveu o problema, a URSS então encontrou um novo lugar para despejar seu coquetel de resíduos nucleares: o Lago Karachay. Em um algum momento entre 30 e 40 anos mais tarde (a União Soviética nem sequer reconheceu sua existência antes de 1990), o Lago Karachay foi o principal reservatório de resíduos da usina Chelyabinsk. O raciocínio era que o Lago Karachay não alimentava nenhum rio, de modo que não havia nenhuma maneira pelo qual os resíduos radioativos pudessem escapar.

No entanto, mais tarde, testes revelaram que as águas do lago estavam “vazando” pelo subsolo do pântano Asanov.

Para piorar a situação, a seca de 1967 evaporou uma grande parte da água do lago, deixando expostos os resíduos radiativos. Quando os ventos vieram, uma nuvem de poeira radioativa se formou no ar e englobou 2,3 mil quilômetros quadrados, contaminando meio milhão de pessoas. Casos de leucemia na área subiram em 41% em apenas alguns anos.

Neste momento, o Lago Karachay emite 600 Röntgens por hora, e isso é radiação suficiente para matar uma pessoa em menos de uma hora. Mas o desastre pode não acabar aí: toda a área é tão instável que se uma única barragem do rio Techa quebrar, toda a sua radiação pode vazar através do pântano Asanov, percorrendo o rio Ob e caindo no Mar Ártico, onde as correntes espalhariam a radiação pelo Oceano Atlântico.


Tepco diz que água contaminada vazou em usina de Fukushima

Reuters

Tóquio - A empresa que opera a usina nuclear de Fukushima, que está desativada, disse nesta terça-feira (30) que quatro toneledas de água da chuva contaminada com baixos níveis de radiação vazaram durante uma operação para transferir a água entre diferentes tanques de armazenamento.

A Tokyo Electric Power Co (Tepco) tenta conter a água contaminada na planta de Fukushima, depois de descobrir que 300 toneladas de água radiativa vazaram de um tanque na usina. Fukushima sofreu danos severos em três reatores nucleares após um terremoto seguido de tsunami em março de 2011.

Chuva forte e um recente tufão inundaram uma das áreas com tanques de armazenamento onde a Tepco mantém a água que foi utilizada para arrefecer os reatores danificados, disse um porta-voz.

Após testes no mês passado mostrarem que a água da chuva contém 160 becquerels por litro de radiação, um nível relativamente baixo, os responsáveis da Tepco decidiram transferir a água para outra área de armazenamento com tanques, disse ele.

Durante a transferência, um operário encontrou o vazamento, que a companhia estima em 4 toneladas e que foi absorvido pelo solo, disse o porta-voz.

A companhia enfrenta o previsão de mais chuvas fortes nos próximos dias, com a aproximação ao Japão de outra tempestade vinda do sul.

A Tepco tem bombeado centenas de toneladas de água por dia sobre os reatores de Fukushima para esfriá-los, e armazena a água residual radiativa em tanques sobre o solo. Em agosto, a empresa informou que pelo menos um desses tanques construídos às pressas tinha vazamentos.

Ainda nesta terça-feira, a Tepco disse que uma das três unidades de injeção de nitrogênio nos reatores danificados foi desligada devido ao equívoco de um operário, mas foi logo reativada. A Tepco injeta nitrogênio nos reatores para prevenir explosões similares àquelas que atingiram a planta nos primeiros dias após o desastre.



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Influência humana é principal causa do aquecimento global, reitera o 5º relatório do IPCC

Ana Cristina Campos, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate

Relatório divulgado na sexta-feira (27) pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) mostra que a influência humana no clima é a principal causa do aquecimento global observado desde meados do século 20. O aumento das temperaturas é evidente e cada uma das últimas três décadas tem sido sucessivamente mais quente, informa o Sumário para os Formuladores de Políticas do Grupo de Trabalho 1 do IPCC.

“O relatório concluiu que a temperatura da atmosfera e dos oceanos se elevou, a quantidade de neve e de gelo diminuiu e que o nível do mar e de concentração de gases de efeito estufa aumentou”, destacou um dos coordenadores do documento, Qin Dahe.

Segundo o texto, há 95% de probabilidade de que mais da metade da elevação média da temperatura da Terra entre 1951 e 2010 tenham sido causadas pelo homem. Os gases de efeito estufa contribuíram para o aquecimento entre 0,5 e 1,3 graus Celsius (ºC) no período entre 1951 e 2010. “A continuada emissão de gases de efeito estufa vai causar mais aquecimento e mudanças climáticas. Limitar a mudança climática vai requerer substanciais e sustentadas reduções das emissões de gases de efeito estufa”, disse Thomas Stocker, outro coordenador do documento.

O relatório ressalta que, até o fim do século 21, há pelo menos 66% de chance de a temperatura global se elevar pelo menos 2ºC em comparação com o período entre 1850 e 1900. “A mudança na temperatura da superfície da Terra no final do século 21 pode exceder 1,5ºC no melhor cenário e, provavelmente, deve exceder 2ºC nos dois piores cenários”, disse Stocker. Na pior das possibilidades, a temperatura pode alcançar 4,8ºC até 2100.

Ele acrescentou que ondas de calor muito provavelmente vão ocorrer com mais frequência e devem durar mais tempo. “Com o aquecimento do planeta, esperamos ver regiões úmidas recebendo mais chuvas e regiões secas recebendo menos chuvas, apesar de existirem exceções”, disse o cientista.

O documento elaborado por 259 cientistas de 39 países apresentado em Estocolmo, na Suécia, mostrou que a elevação da temperatura dos oceanos até cem metros de profundidade pode variar entre 0,6 ºC e 2 ºC até 2100. Além disso, devido ao aumento do degelo dos glaciares, o nível do mar deve subir entre 26 a 55 centímetros considerando o melhor cenário e, entre 45 a 82 centímetros, no pior cenário. O gelo do Ártico pode diminuir até 94% durante o verão no Hemisfério Norte até 2100.

“Com o aquecimento dos oceanos e a redução dos glaciares, o nível global dos mares vai continuar a subir, mas em um ritmo mais rápido do que experimentamos nos últimos 40 anos”, disse o pesquisador Qin Dahe.

De acordo com o documento, as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso aumentaram para níveis sem precedentes nos últimos 800 mil anos. As concentrações de dióxido de carbono subiram 40% desde a época pré-industrial (desde 1750), principalmente devido às emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis. Segundo Stocker, como resultado das emissões passadas, presentes e futuras de dióxido de carbono, a mudança climática é um fato. “Os efeitos no clima vão persistir por muitos séculos mesmo que as emissões parem”, concluiu o cientista.

O IPCC foi criado em 1988 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e reúne milhares de cientistas de diversos países. Já foram publicados quatro relatórios. A divulgação completa do quinto documento, incluindo os trabalhos dos grupos 2 e 3, deverá ocorrer até 2014. Nesta sexta-feira, foi lançado o documento do Grupo de Trabalho 1, que trata dos aspectos científicos das mudanças climáticas. Os dados do IPCC servirão de base para as negociações climáticas internacionais.



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30 setembro 2013

Grande ideia: Botiá, fibra de coco para embalagem biodegradável

Felipe van Deursen - SuperInteressante

A primeira edição do Movimento HotSpot chegou ao fim em julho, após um ano e meio de festivais por todo o Brasil, oficinas, shows e horas e horas de conversas e reuniões com curadores das 11 áreas abordadas. O projeto, que teve a SUPER como parceira, buscou promover e revelar jovens talentos com grandes ideias em arquitetura, design, fotografia e música, entre outros. Agora, os vencedores podem usar o dinheiro que ganharam para investir em seus projetos.

Quem ganhou o prêmio principal, de R$ 200 mil, foi a designer Manuela Yamada, que, com o apoio do programa, desenvolveu um antigo projeto de faculdade, o Botiá. Trata-se de um material biodegradável, à base de fibra de coco, que pode ser usado para embalagens de alimentos. Agora, com o dinheiro, ela quer ir além. “A ideia não é parar nas embalagens, mas fazer outros projetos com o material”, diz. Leia a entrevista:


botiá
Embalagem para frutas feita com o material Botiá. (foto: Manuela Yamada)


De onde veio a ideia de usar fibra de coco para desenvolver um material novo?

A ideia surgiu quando eu e a Natalia Bruno éramos alunas da PUC [Rio], quando criamos o tema para um projeto de “feira livre de alimentos”. Após visitas sistemáticas a diversas feiras, uma das coisas que mais nos chamou atenção foi a quantidade de lixo gerado no final de todas elas. O coco verde nos chamou particularmente atenção devido ao volume gerado. Começamos a pesquisar e vimos que a Embrapa, em parceria com uma empresa privada, havia desenvolvido uma máquina capaz de extrair a fibra do coco verde – e essa fibra estava sendo utilizada para alguns projetos.

Em quase todos os projetos encontrados, a fibra era usada com uma resina à base de mamona, que na época (era 2009) era muito cara e difícil de achar se comparada com outros tipos de resina. Além disso, queríamos algo 100% natural e orgânico. Optamos então por buscar desenvolver umcompósito à base de fibra de coco que fosse 100% natural, biodegradável e biocompatível. Além disso, queríamos que seu processo de produção fosse muito simples e barato. Assim chegamos ao compósito Botiá.

Como você entrou no Movimento Hotspot?

Eu fiquei sabendo dessa oportunidade em uma conversa em sala de aula com um amigo de faculdade que me falou que eles teriam um investimento de até 200 mil para o projeto vencedor. Na hora eu vi uma grande oportunidade de investimento no projeto e fui atrás. Desde 2009 estive trabalhando no projeto. No início foi o desenvolvimento do material em si e em 2011,2012, foi o desenvolvimento das embalagens. Durante o processo do movimento o trabalho continuou.

O processo de seleção foi muito bacana e completo, todas as bancas de apresentação do Projeto Botiá eram um estímulo para estruturar cada vez mais o projeto. A fase de Tanque de Ideia foi especialmente interessante, foi uma oportunidade incrível de conviver com as mais diversas pessoas, de todos os cantos do País e todas muito brilhantes em seus trabalhos. Além disso, participar da metodologia Mesa & Cadeira foi muito enriquecedor para mim, não só como pessoa mas como profissional.

O Botiá foi desenvolvido para ser embalagem de alimentos. Mas quais as outras aplicações possíveis?

Ele foi desenvolvido para ser um material, no começo não tinha uma aplicação específica. Foi depois do desenvolvimento que surgiu a ideia de fazer uma embalagem, por ser um objeto de grande uso e descarte rápido – o que por si só requer uma grande atenção de quem a projeta. Atualmente estamos envolvidas em um projeto com outras duas empresas para fazer um projeto ligado à área de reflorestamento, utilizando o material. Chegamos a fazer assentos de cadeira, entre outras coisas. Ele pode ser usado basicamente para qualquer coisa.

Como você pretende usar o dinheiro do prêmio? Qual é o próximo passo?

O dinheiro do prêmio será usado inteiramente para viabilizar uma produção do material e das embalagens Botiá. Já tivemos interesses de diversas pessoas, projetos e empresas que não pudemos atender devido ao alto custo de produção atual, pois o processo é inteiramente artesanal e não temos infra-estrutura para produzir. Com o investimento, pretendemos comprar maquinário, investir em moldes, aprimorar o processo de produção e arrumar um lugar para de fato instalar o nosso trabalho.

A ideia não é parar nas embalagens, mas desenvolver diversos projetos para clientes usando o material. E desenvolver projetos próprios também. Devido a nossa enorme paixão por pesquisa, queremos que a “minifábrica” sirva também de laboratório de experimentação. O próximo passo é contar com a assessoria do Sebrae e da Luminosidade [empresa de Paulo Borges, idealizador do Movimento HotSpot] para estruturar um bom plano de negócios que faça esse investimento e o nosso trabalho gerarem cada vez mais trabalhos para que, num futuro próximo, possamos caminhar com as próprias pernas.