30 março 2012

Defesa Civil reconhece situação de emergência em 50 municípios piauienses

Correio do Brasil
Redação, com ABr - de Brasília

A Secretaria de Nacional de Defesa Civil reconheceu situação de emergência em 50 municípios do Piauí, em função da estiagem. A portaria foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.

De acordo com a Defesa Civil do estado, as chuvas abaixo da média já comprometeram o consumo humano. Em algumas cidades, o abastecimento d’água por carros-pipa foi suspenso, porque os reservatórios estão vazios.

Na lavoura, boa parte dos agricultores nem conseguiu plantar, por causa da estiagem. Outros receberam o dinheiro do programa Garantia-Safra por perdas de mais de 50% na safra agrícola 2010-2011.

Trinta e nove municípios encaminharam pedido de indenização por perdas de colheita, de acordo com a Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR), responsável pela administração do Garantia-Safra no Piauí.

O programa inscreveu, este ano, 89,8 mil trabalhadores rurais no estado. No caso de perda de mais de 50% da lavoura, cada um tem direito a R$ 680 de compensação pelos prejuízos.

Para se inscrever, o agricultor precisa ter renda familiar de até 1,5 salário mínimo, não incluindo a aposentadoria rural, e cultivar áreas não irrigadas com até 10 hectares de arroz, algodão, feijão, mandioca e milho.

29 março 2012

Instituto Vital Brazil cria sistema de despoluição para córrego

O Fluminense

O Instituto Vital Brazil espera concluir até o fim deste ano, o sistema de despoluição de um córrego que passa pelo instituto e tem a nascente no Morro Vital Brazil, localizado atrás da instituição, em Niterói, Região Metropolitana do Rio. O córrego, que não é totalmente canalizado, recebe poluição residual.

A instituição iniciou um estudo, no fim do ano passado, para despoluir o córrego, durante a pesquisa, os técnicos concluíram que alternativa mais adequada para o tratamento do ambiente contaminado é utilizar organismos vivos como plantas e microorganismos para remover ou reduzir os poluentes.

“Este processo, conhecido como biorremediação, é altamente recomendado pela comunidade científica e condiz com o comprometimento ecológico da atual gestão do Instituto Vital Brazil. É uma opção viável para o tratamento de ambientes contaminados, como águas superficiais, subterrâneas e solos, além de resíduos e efluentes industriais”, explicou o assessor de Arquitetura e Engenharia do instituto, Fábio Bitencourt.

Segundo ele, a ideia inicial é utilizar plantas terrestres, que absorvem tudo o que for contaminante na água. Essas plantas serão mantidas em um sistema hidropônico, ou seja, uma plantação toda montada fora do solo, na água, onde as raízes das plantas recebem uma solução nutritiva balanceada que contém todos os nutrientes essenciais ao seu desenvolvimento.