18 dezembro 2010

TAM completa primeiro voo com biocombustível

AeroMagazine

A TAM completou o primeiro voo experimental da América Latina com biocombustível de aviação. O combustível é produzido a partir do óleo de pinhão manso (jatropha curcas L), uma biomassa vegetal brasileira. A aeronave utilizada fou um Airbus A320, com capacidade para trasnportar até 174 passageiros, que está em operação regular na malha doméstica da companhia. O voo, tripulado por dois comandantes da TAM, decolou do aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, sobrevoou o espaço aéreo brasileiro sobre o oceano Atlântico por 45 minutos e retornou ao ponte de partida. Participaram do voo, além dos tripulantes, outras 18 pessoas, entre técnicos eexecutivos da TAM e da Airbus.

Também no mês de novembro, a companhia chilena Sky Airline assinou um acordo com a empresa de energia norte-americana PetroAlgae para a compra de biomassa.

Fortes nevascas trazem caos aos transportes na Europa

BBC Brasil

A neve e o tempo frio causam transtornos em partes do norte da Europa neste sábado.

O tráfego foi interrompido em estradas, aeroportos e linhas ferroviárias, e as autoridades estão pedindo aos passageiros que reconfirmem seus trajetos antes de viajar.

O aeroporto mais movimentado da Europa, Heathrow, em Londres, disse que está "fazendo um esforço" para manter o cronograma de pousos e decolagens, mas a British Airways, a maior companhia a operar no aeroporto, cancelou todos os seus voos até o fim da tarde.

"Estamos trabalhando para degelar as nossas duas pistas e todas as áreas de táxi. Por ora, tudo está funcionando no aeroporto, mas não saia de casa se for voar pela British Airways", disse o porta-voz do aeroporto, Andrew Teacher.

A BA também cancelou seus voos domésticos e entre os países europeus no aeroporto de Gatwick. O aeroporto fechou sua pista até o meio da tarde.

Na Alemanha, cerca de 170 voos foram cancelados no aeroporto de Frankfurt, o maior do país. Os cancelamentos se somam aos cerca de 500 - de um total de 1,4 mil voos previstos - na sexta-feira, impedindo 2,5 mil passageiros de viajar.

Diversas estradas alemãs ficaram lotadas de caminhões presos na neve. Os congestionamentos também estão sendo verificados no norte da Inglaerra, em cidades como Manchester.

Na Holanda, uma centena de voos foram cancelados no aeroporto de Schipol, em Amsterdã, e os atrasos chegam a 4 horas. Situação semelhante está sendo registrada na Suíça.

A França emitiu um alerta meteorológicos para grande parte do oeste do país e pediu aos viajantes que evitem viagens que não sejam indispensáveis.

Na Irlanda do Norte, as autoridades registraram a maior queda de neve em décadas.

A previsão para o fim de semana é de mais neve no continente.

17 dezembro 2010

Bioplástico não é assim tão verde

Mas ainda é mais ecoamigável que petróleo

Planeta Sustentável

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, revela que bioplásticos não são necessariamente mais verdes do que aqueles produzidos com petróleo, se forem levados em consideração pesticidas e fertilizantes sintéticos envolvidos em sua produção. Quando se considera a extensão de terra nececessária para produzir colheitas que resultarão em bioplásticos, o plástico de petróleo aparece na frente. Mas os bioplásticos batem o petróleo quando se levam em conta fatores como biodegradabilidade, baixa toxicidade e o uso de fontes renováveis.  

O estudo examinou doze plásticos, sete baseados em petróleo, quatro biopolímeros e um híbrido. Foi feita uma avaliação do ciclo de vida de produção de cada um deles. Segundo o blog Eco Geeks, já que o estudo é baseado em métodos de produção correntes, "melhores práticas de produção podem melhorar o ranking relativo dos bioplásticos". O blog enfatiza que os resultados do estudo "não devem ser usados para criticar os bioplásticos e dar argumentos aos negacionistas que dizem que o petróleo deve continuar a ser usado". O Eco Geek sugere que produtores de plásticos baseados em petróleo e bioplásticos devem olhar o estudo "para poderem identificar quais os aspectos mais daninhos de seus métodos e reduzirem seus impactos ambientais".

Mas pesquisadores já estudam o desenvolvimento de bioplásticos mais verdes que os atuais, informa o Triple Pundit. A empresa japonesa de eletrônica NEC anunciou em agosto último ter desenvolvido bioplástico de plantas não comestíveis. Os principais ingredientes do bioplástico são celulose, principal componente dos troncos das plantas, e cardanol, um material oleoso de cascas de noz, e um subproduto de seu processamento. Ou seja, ele é feito de resíduos agrícolas. A NEC vai continuar desenvolvendo o produto para usá-lo em aparelhos eletrônicos a partir de 2013.